A professora
Uiliene Araújo, que leciona no colégio municipalizado Guilherme
Dourado,localizado na cidade de Imperatriz no Maranhão,teve seu contrato
com a prefeitura da cidade cancelado.Tudo porque a professora postou
fotos dos alunos dentro da sala de aula fazendo prova segurando guarda
chuva isso mesmo "GUARDA CHUVA". A foto que circulou na internet
mostrava o teto da sala cheio de buracos e toda alagada com os alunos
segurando guarda chuvas. O secretário de educação da cidade de
imperatriz justificou o afastamento da professora por conduta errada
pois ela não deveria ter publicado as tais fotos.
Meus amigos,parece até brincadeira mas não é! Como é que uma
professora que divulga uma patifaria deste tamanho é colocada na rua,
perdendo seu trabalho por ter feito o correto que é lutar pelas
crianças que estavam em sua responsabilidade.Se a professora fez errado
em divulgar este verdadeiro absurdo, o que dizer da administração desta
cidade que deixa uma sala de aula ficar nestas condições? E quem vai
demitir o Prefeito e o secretário de educação que são os verdadeiros
responsáveis por toda esta bandalheira?
Como sempre a corda só quebra do lado mais fraco!
Professora Uiliene, parabéns por sua atitude corajosa e de muita
personalidade!
terça-feira, 30 de outubro de 2012
APEOC DE CHAVAL E BARROQUINHA PARTICIPAM DA” IX FESTA DA APEOC EM CAMOCIM” – UMA NOITE INESQUECÍVEL!
Na última
noite de sábado (27), a Comissão Municipal da Entidade em Camocim promoveu a IX
Festa da APEOC, em Camocim, no Lions Clube. Num ambiente familiar, num
clima de muita alegria e descontração,
um público estimado em 650 pessoas, entre associados de Camocim e da região,
contando também com a presença dos representantes da APEOC dos municípios de
Chaval (Maria de Fátima do Nascimento Teixeira - MOCINHA) e de Barroquinha (
Antonio Francisco) e além de convidados, deu brilho A GRANDE FESTA
DOS TRABALHADORES DA EDUCAÇÃO.
A
animação ficou por conta do grande Maestro Miguel e da Banda Versátil,
executando clássicos de nossa boa música brasileira, dos boleros à Jovem Guarda
e ao Forró Pé-de-Serra. Continuando o show, assumiu o comando do nosso baile, o
aclamado disc jockey DJ Gil. O artista fez a galera se agitar na pista com suas
mixagens que reuniam grandes sucessos dos anos 70, 80 até os hits atuais.
Como
sempre acontece, aconteceu um momento de homenagens aos professores e a todos
os servidores públicos que atuam na educação municipal e estadual. Muitos
brindes foram sorteados entre os associados, sendo muitos oferecidos pelos nossos
parceiros. Foi realizado também sorteio de um brinde especial doado pela
Comissão do Sindicato APEOC de Camocim, ficando com esse prêmio a Representante
de Chaval, professora MOCINHA. O Professor Juscelino Linhares, Secretário Geral
de nossa Entidade e membro da Diretoria Executiva da CNTE, trouxe sua saudação
a todos e retransmitiu o abraço caloroso de nosso Presidente, Prof. Anízio
Melo.
Foi um
grande satisfação participarmos desta FESTA INESQUECÍVEL , agradecemos o convite,
como também parabenizamos a Comissão pela organização desta festa que organizou
uma festa tão bonita, familiar, calorosa .
PARABÉNS
PROFESSORES! PARABÉNS SERVIDORES DA EDUCAÇÃO.
Fonte
APEOC DE CAMOCIM
sexta-feira, 26 de outubro de 2012
PARABÉNS SERVIDORES PÚBLICOS
Fonte: APEOC
CNTE organiza mobilizações em todo o Brasil
|
A CNTE convocou mobilizações em todo o país e os sindicatos filiados
atenderam prontamente para fazer valer o direito dos educadores, como o
respeito à Lei Nacional do Piso do Magistério, o cumprimento do 1/3 de
hora atividade e a resposta contra a ADIN 4848, assinada pelos
governadores do Rio Grande do Sul, Piauí, Roraima, Santa Catarina, Goiás
e Mato Grosso do Sul, que pretendia colocar o INPC como único fator
para o reajuste do Piso, algo que a CNTE jamais aceitou.
Fonte: CNTE |
terça-feira, 23 de outubro de 2012
Câmara aprova Plano Nacional de Educação com 10% do PIB para a Educação
Se a matéria for aprovada pelos senadores, sem alteração, o governo terá prazo de 10 anos, a partir da sanção presidencial, para aplicar a integralidade desses 10% do PIB no setor educacional. O PNE também determina a adoção do Custo Aluno Qualidade, mecanismo para definir os recursos necessários para melhorar o nível do ensino público. Para cumprir as metas de qualidade, segundo especialistas em educação, o governo federal será obrigado a fazer repasse financeiro para determinados Estados da Federação, através do Fundo de Manutenção e Desenvolvimento da Educação Básica e de Valorização dos Profissionais da Educação (Fundeb).
Fixar 10% do PIB foi o ponto mais polêmico na aprovação desse projeto encaminhado pelo Executivo, há dois anos. O relator da matéria sugeriu 8%, mas deputados da oposição e das entidades ligadas à Educação, a exemplo da CNTE e entre seus sindicatos filiados, o Sindicato – APEOC, no rol dos mais atuantes, não abriu mão dos 10%. O que acabou sendo aceito. Hoje, o Brasil destina cerca de 5% do PIB ao setor educacional.
Durante os debates, o relator afirmou ser contrário à destinação de 10% do PIB para a Educação, dizendo que o índice havia tornado-se “bandeira política”. Diante de um plenário lotado, inclusive pela delegação da APEOC, o relatou desistiu de sua proposta e acatou o percentual proposto pela CNTE e Sindicato – APEOC.
Para o professor Anízio Melo, presidente do Sindicato – APEOC, entre outras metas definidas no novo PNE estão: erradicação do Analfabetismo absoluto em 10 anos e oferta de educação em tempo integral, com um mínimo em 50% das escolas públicas. Anízio ainda lembra que a federalização da Educação Básica, ideia embrionada no Sindicato – APEOC cresce a cada momento com adesões nos mais diversificados segmentos da sociedade e com esse percentual de 10% do PIB a federalização poderá ser realidade irreversível.
Que sejam bem-vindos os 10% do PIB para a educação. Percentual que vai contribuir para fazer a diferença diante de gigantescos desafios que terá a educação nacional nos próximos dez anos. A sociedade terá que está vigilante e cobrando a implantação de todas as metas preestabelecidas no novo Plano Nacional de Educação aprovado pela Câmara dos Deputados, e, numa segunda apreciação pelo Senado da República.
A luta vai continuar em defesa de mais investimentos para a educação. À vista estão os lucros com a exploração do petróleo na área pré-sal. Por outro lado, os trabalhadores representados pela CTNE e Sindicato – APEOC não medirão esforços para conquistá-los, pois sem educação, não há desenvolvimento nem bem estar social.
Fonte: APEOC
EEM MONS. JOSÉ CARNEIRO DA CUNHA REALIZA FEIRA DE ARTES E CIÊNCIAS
A Escola de Ensino Médio Móns. José Carneiro da Cunha, realizou nesta segunda-feira (22) no período de 19:00 às 22:00 horas,em sua quadra de esportes Grijalva Carneiro Filho a XIV Feira de Artes e Ciências. Neste evento os estudantes apresentaram seus projetos de pesquisa, nas três áreas de estudo: Ciências da Natureza, Ciências Humanas e Linguagens e Códigos. Na abertura da XIV FEACI, foram executados hinos oficiais,ouvimos a palavra da coordenadora pedagógica Francilene Fiel, onde a mesma cumprimentou a todos e falou da importância do evento, aconteceu também algumas apresentações artísticas.Em seguida a socialização das atividades realizadas pelos alunos e orientados pelos professores, para a comunidade alí mpresente. A XIV Feira de Artes e Ciências da EEM Mons. José Carneiro da Cunha tem vários objetivos entre eles podemos destacar "Estabelecer relações dinâmicas dos conhecimentos específicos das disciplinas da base comum do ensino médio, com problemáticas sociais, culturais, econômicas e ambientais, de caráter local, regional,nacional e/ou global".Diante da aproximação entre teoria e prática, percebe-se o desenvolvimento de habilidades artísticas e culturais importantes para a formação dos educandos. quarta-feira, 17 de outubro de 2012
Revalorizar magistério é objetivo de plano nacional
Com vigência de dez anos, o PNE chega em
um momento de crise do magistério. Tida como pouco atrativa,
principalmente por causa dos salários, a carreira está desvalorizada. Os
cursos superiores de licenciatura (destinados a formar docentes) estão
entre os menos procurados nos processos seletivos das universidades.
Pesquisa na Universidade de São
Paulo mostrou que quase metade dos alunos de licenciatura em Física e
Matemática não querem ser professores.
O problema começaria a afetar também
outros países, como resultado da recente crise econômica. No início de
outubro, a Organização Internacional do Trabalho (OIT) emitiu um alerta
sobre a "deterioração da posição dos mestres", afirmando que a crise
afetou os investimentos em educação, piorando as condições de trabalho e
os salários em diversas nações.
— As pessoas não percebem o ensino como
uma profissão atrativa e muitos professores de fato a abandonam — afirma
o diretor-geral da OIT, Guy Ryder, frisando que é necessária uma ação
urgente para melhorar a posição dos professores e desenvolver políticas e
estratégias destinadas a atrair e motivar as pessoas ao ensino.
Federalização
— Para que o plano tenha êxito, a grande
meta é a que estabelece investimento de 10% do PIB em educação [meta 20
do PNE]. Essa não é uma reivindicação apenas dos professores, é da
sociedade brasileira. Aí, será possível transformar em realidade o que
hoje ainda é sonho, como equiparação salarial com outras categorias.
Autor do projeto que deu origem à lei
que garante um piso nacional para o magistério e de outros projetos
relacionados, o senador Cristovam Buarque (PDT-DF) vai além. Para ele, a
única saída para garantir melhora substancial dos salários (e do ensino
como um todo) é a federalização da educação básica, em que a União
assumiria a responsabilidade pelo orçamento da educação infantil e dos
ensinos fundamental e médio, ficando a gestão a cargo dos municípios e
estados. Atualmente, apenas o ensino superior é de responsabilidade da
União.
— Para educação de qualidade, é preciso
uma trindade: bolso, cabeça e coração, com professores bem formados,
salários justos, escolas com boa infraestrutura, horário integral,
acesso às tecnologias de informação.
De acordo com Cristovam, só a União
poderia garantir os recursos necessários para promover o salto
qualitativo de que a educação básica precisa e dar equidade ao ensino
público oferecido no país, marcado por profundas desigualdades. O tema
vem sendo debatido em audiências públicas no Senado. A próxima acontece
amanhã, às 10h, na sala 15 da Ala Senador Alexandre Costa.
Para o senador Paulo Bauer (PSDB-SC), a
palavra-chave para revalorizar o magistério e qualificar o ensino, a
partir da aprovação do PNE, é gestão.
— Não basta estar previsto em lei para
que as metas do plano sejam alcançadas. É a gestão eficiente da educação
que poderá tornar as melhorias exequíveis e a carreira docente, mais
atrativa.
Na avaliação do secretário de Educação
Básica do Ministério da Educação, Cesar Callegari, o processo de
revalorização da docência já começou. "O magistério vai se transformar
em uma função pública de alta prioridade", garante.
Entre as vantagens, ele cita a
aposentadoria diferenciada (redução de cinco anos no tempo de
contribuição); piso salarial estabelecido por lei; e estabilidade, no
caso dos efetivos. As metas de formação inicial e continuada, planos de
carreira e ganho salarial, previstas no PNE, contribuiriam para essa
recuperação. O secretário acrescenta que, nos próximos 20 anos, o setor
terá forte demanda, e é provável que haja pressão pela elevação salarial
em razão disso.
— Gradativamente, o magistério vai se
transformar em carreira atrativa de novo, em boa opção profissional e de
vida. Nos próximos anos, ele recuperará o status que já teve, sobretudo
na educação básica — sustenta.
Motivação
Enquanto a revalorização da carreira não
acontece, muitos professores conseguem encontrar no aprendizado dos
alunos, em projetos inovadores ou mesmo no interesse das crianças e
adolescentes o reconhecimento e a motivação que não estão nos
contracheques ou na percepção da sociedade a respeito da docência.
— Meu maior motivador são os alunos.
Tenho vontade de vir para a escola. O sorriso deles me faz bem — diz o
professor Cleber Villa Flor, diretor do Colégio Polivalente, da rede
pública do Distrito Federal. A escola é uma das campeãs do Índice de
Desenvolvimento da Educação Básica (Ideb) no DF.
Graduada em Pedagogia com ênfase em educação especial, a gaúcha Alessandra Klein é outra que encontra motivação no dia a dia.
— Sempre quis ser professora, desde
criança, e era triste ouvir as pessoas dizendo que essa é uma carreira
que não vale a pena. Eu acredito na profissão por acreditar que podemos
fazer diferença na vida dos alunos.
Em 2011, a crença de Alessandra foi
reconhecida nacionalmente. Ela foi uma das vencedoras do Prêmio
Professores do Brasil, instituído pelo MEC para valorizar práticas
pedagógicas bem-sucedidas no ensino público.
O trabalho premiado foi realizado na
Escola Municipal de Educação Infantil Paraíso da Criança, de Horizontina
(RS), quando Alessandra preparou sua turma para receber uma colega
surda.
A professora abordou temas como
diferenças entre pessoas e cultura e identidade dos surdos. Depois,
envolvendo toda a escola, ensinou a alunos e funcionários a língua
brasileira de sinais (Libras).
— Quando a aluna entrou, os coleguinhas disseram "oi" em libras. E ela sentiu que seria respeitada na sua língua — conta.
(Jornal do Senado)Fonte: APEOC - Últimas notícias
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