Páginas

segunda-feira, 20 de fevereiro de 2017

APEOC: Lotação de professores de Chaval gera insatisfação




Entra gestão, sai gestão e infelizmente a prática de lotação dos professores continua a mesma, adaptando prática abominável que há anos vem sendo utilizada por nossos gestores. O Sindicato APEOC vem manifestar, o sentimento de INSATISFAÇÃO com a lotação de alguns professores, deixando bem claro que não concordamos e jamais seremos condizentes com esta situação e que somos imparcial.

A Comissão Municipal do Sindicato APEOC reivindicou, em setembro/2016, junto aos então candidatos a Prefeito (a) a posição dos mesmos a respeito da  lotação dos professores no início de cada ano letivo. Uma vez que a lotação é algo que todo ano traz transtornos e muita insegurança aos concursados, que muitas vezes são lotados em unidades escolares não pela demanda de um profissional, mas para atender seus devaneios. Na ocasião, Sebastiãozinho se comprometeu em olhar de forma diferente para a lotação dos professores. Na prática, porém, o que tem sido verificado ainda está muito aquém do compromisso outrora assumido. 

Entendemos que as escolas da zona rural necessitam de professores competentes. Não agrada também ao professor saber que há carência na sede e de forma inexplicável  você é descartado, sem o estabelecimento de um diálogo que vise minimizar constrangimentos e sem a oportunidade de superação das fragilidades  sendo, por vezes, substituído por um temporário. Com todo o respeito aos temporários, mas convém salientar que "a prioridade na lotação" deve ser dada aos efetivos. O professor merece respeito! E é perfeitamente possível resolver a questão.  Se há alguma falha na atuação do professor, que se adotem posturas responsáveis, justas e republicanas quanto a isso, desprovidas de revanchismos ou de partidarismos, com um bom acompanhamento pedagógico, visando à superação das dificuldades deste professor.

O Sindicato APEOC está pronto para defender seus associados quanto aos abusos deste e de qualquer outro governo, como fez no passado e fará sempre. Quero deixar bem claro, que o sindicato foi procurado apenas por uma professora, para tentar resolver o problema de sua lotação foi dado todo apoio, porém não se chegou a um acordo, não temos culpa se os demais associados não nos procuraram. Caso algum professor que seja associado ao Sindicato APEOC  esteja insatisfeito com sua lotação, procure-nos para que possamos tomar algumas medidas, como também acionar a Justiça.

Quero informar que o Sindicato APEOC estará enviando ofícios  ao prefeito e ao secretário de educação solicitando uma audiência em caráter de urgência, tara tentarmos resolver este problema de lotação.
 .



Sindicato APEOC - Chaval
Sempre alerta na defesa dos interesses da categoria


quarta-feira, 8 de fevereiro de 2017

Chaval: Sindicato APEOC solicita o Reajuste do Piso Salarial dos Professores para o ano de 2017




O Sindicato APEOC de Chaval protocolou na tarde de ontem dia 07 junto a prefeitura municipal, ofício solicitando ao prefeito municipal de Chaval, o Sr. Sebastião Sotero Veras que seja encaminhado para a Câmara Municipal em Caráter de Urgência, o PROJETO DE LEI QUE REGULAMENTA o Reajuste do Piso Salarial/2017 dos Professores, para a apreciação e votação desta augusta casa legislativa.
 
 Leia aqui o ofício:

terça-feira, 7 de fevereiro de 2017

Chaval: Sindicato APEOC pede Audiência com Prefeito



 O Sindicato APEOC de Chaval protocolou hoje, 07/02/17, junto a prefeitura municipal, ofício solicitando audiência com o prefeito para tratar da seguinte pauta:
 
   - Entrega da Pauta de Reivindicações dos Servidores da Educação assinada pelo prefeito eleito, na entrevista realizada por este Sindicato no dia 17/09/2016 no período da Campanha Eleitoral;

    - Ajuda de custo por Deslocamento - GPD para professores e servidores da educação baseada em quilometragem; 

      - Reajuste do Piso Salarial do Magistério no corrente ano, retroativo a 1º de Janeiro de 2017;

-  Fixação de data de pagamento de salário dos professores e Servidores da Educação;

- Publicação de Decreto para criação de uma mesa de negociação entre o Sindicato APEOC e a Prefeitura Municipal de Chaval, a fim de discutir e encaminhar pautas reivindicatórias dos trabalhadores da educação;

-Manter o desconto em folha da contribuição sindical, mediante a autorização do servidor.

     Leia na íntegra o Ofício abaixo:





REDE ESTADUAL: Sindicato APEOC repudia reajuste proposto por Camilo Santana e cobra 7,64℅


"Entendemos que o anúncio do governador Camilo Santana com a recomposição de 2% sobre o salário dos servidores públicos estaduais, que ganham acima de um salário mínimo, não satisfaz e não corresponde aos anseios dos trabalhadores da Educação.
Da nossa parte, temos uma pauta protocolada no Palácio da Abolição e também junto à Secretaria da Educação do Estado, onde a nossa posição é fazer cumprir o índice do piso, de 7,64%, dentro da nova estrutura da carreira conquistada pela categoria.
Os números apresentados pelo governador estão sendo checados pela nossa comissão técnica, e queremos sentar à mesa com o governador na Comissão Especial de Negociação, garantida em lei, com a Secretaria da Educação, para demonstrar, não só a possibilidade, mas também a necessidade de avançarmos nessa posição inicial do governador.
E para além da negociação, estamos em um processo de mobilização com a categoria em todo o Estado. Portanto, o Sindicato APEOC contesta, questiona e não abre mão do ganho remuneratório de 7,64%, dentro da nova estrutura da carreira. Estamos abertos ao diálogo mas vamos defender os nossos direitos até o final.
A nova carreira precisa ser valorizada, precisa ser recomposta a cada ano. Entendemos que a referência para essa recomposição é exatamente a política do Piso Nacional dos Professores. Para além disso, queremos que essa diferenciação de recomposição da Educação possa atingir ativos e aposentados e, para além deles, também os funcionários da Educação com a revisão da tabela vencimental.
Estamos na luta, atentos, dispostos, e sabendo dos números, sabendo onde queremos ir. A categoria se coloca na perspectiva da posição da direção. Nenhum passo atrás para garantir o direito dos trabalhadores".
Anizio Melo - Presidente do Sindicato APEOC
Fonte: apeoc.org.br

segunda-feira, 16 de janeiro de 2017

Dirigentes do Sindicato APEOC compõem nova diretoria da CNTE



Os sindicalistas cearenses Juscelino Linhares e Alessandro Carvalho, ambos do Sindicato APEOC, vão compor a nova direção da Confederação Nacional dos Trabalhadores em Educação (CNTE) no período que vai 2017 a 2020. O pleito ocorreu no último sábado (14) durante o 33° Congresso Nacional da CNTE, realizado em Brasília, de 12 a 15 de janeiro.
Juscelino Linhares atuava na gestão passada como secretário de Aposentados da Confederação e agora vai ocupar uma das vagas como secretário executivo. Alessandro Carvalho era representante do Sindicato APEOC no Conselho Nacional de Entidades da CNTE e na próxima gestão vai atuar como diretor executivo adjunto. A ampliação da participação do Sindicato APEOC é resultado do ciclo de conquistas dos profissionais da Educação no Ceará e da repercussão do trabalho do Sindicato APEOC entre as categorias dos outros estados.
Anizio Melo comemorou a eleição dos dois companheiros cearenses para a nova direção da CNTE e reforçou a importância da unidade na luta contra o golpe à democracia e aos direitos dos trabalhadores.

Eleição da CNTE
Com 86,8 % dos votos, a Chapa 30 - Resistência e Luta venceu as eleições para a Direção Executiva e Conselho fiscal da CNTE para a próxima gestão. Com a vitória, Heleno Araújo assume a presidência da Confederação Nacional dos Trabalhadores em Educação.
Três Chapas se inscreveram para disputar o pleito. Além da vencedora, a Chapa 10 - Independência e autonomia: colocar a CNTE na rua contra os ajustes de Temer e do Capital, com 9,7% dos votos e a Chapa 20 - Não ao golpe: unidade para lutar, com 3,3%.
A Nova Diretoria é resultado da aliança de seis forças políticas dentro da CNTE e significa em parte continuidade “já que temos quase 50% de renovação no conjunto da chapa”, avaliou Heleno. Segundo ele, a nova composição traz diretores da antiga gestão em novos cargos e novos membros.
Heleno revelou que é preciso buscar por outros cantos e espaços “para que possamos marchar enquanto classe trabalhadora juntos, reunidos e firmes para barrar este golpe, restabelecer a democracia no país, evitar que direitos da classe trabalhadora sejam perdidos e avançar naquilo que ainda é preciso na área da Educação e de outros direitos sociais pela população brasileira como um todo”, concluiu.
No vídeo abaixo, Heleno saúda dos profissionais da Educação do Ceará.
Contribuições para a Luta Nacional
O Sindicato APEOC também contribuiu para a luta nacional em defesa dos direitos dos profissionais da Educação e da melhoria da qualidade e garantia de financiamento do Ensino Público. A negociação garantiu que duas emendas propostas pela entidade fossem incluídas no texto final do 33° Congresso Nacional da CNTE. São elas:

1. Financiamento da Educação
O financiamento da educação nacional é uma das questões centrais nas lutas pelo direito a educação de qualidade. Nesse debate, o FUNDEB é um mecanismo central para fomentar a ampliação da valorização dos profissionais da educação no Brasil.
Nessa perspectiva, propomos a tese da redefinição e fortalecimento do FUNDEB com a destinação dos royalties do petróleo e do fundo social do Pré-sal. O aumento da complementação da União para o fundo deveria ampliar os repasses federais para os entes federados e possibilitar novos patamares para a valorização dos profissionais da educação.
É preciso garantir que os recursos advindos da Lei 12.858/2013, concernentes à União, sejam imediatamente destinados à ampliação dos recursos do FUNDEB, compondo a complementação da União adicionalmente aos “10%” já repassados pela mesma para este fim.

2. Aprovação das Diretrizes Nacionais de Carreira em Lei Federal.
Defendemos a retomada da Lei do Piso em sua base original, ou seja, garantir a unidade nacional sobre o tema da valorização profissional articulando a qualificação da remuneração inicial com os referenciais mínimos de carreira definidos nacionalmente por legislação federal.
É preciso garantir uma ampla mobilização nacional para encaminhar a tramitação, no âmbito do Congresso Nacional, do projeto de lei das Diretrizes Nacionais de Carreira dos trabalhadores em Educação.
Fonte: APEOC