quarta-feira, 22 de março de 2017

Sindicato APEOC discute a Reforma da Previdência no interior do estado

22/03/2017 |

O Sindicato APEOC, em parceria com a CUT e outros sindicatos de trabalhadores, promoverá neste mês de março uma série de debates e audiências públicas sobre a Reforma da Previdência no interior do Ceará. Os encontros discutirão os impactos negativos da reforma previdenciária na vida dos trabalhadores, caso seja aprovada. Serão realizadas audiências públicas nos municípios de Crateús, Chaval, Tauá e Cariré. Apesar do recuo do Governo Federal em livrar os servidores estaduais e municipais da Reforma da Previdência, é preciso estar atento para que nem as prefeituras nem os governos estaduais aprovem leis semelhantes. Veja a programação:

Chaval

Em Chaval, o Sindicato APEOC conduzirá a audiência pública nesta sexta-feira, dia 24 de março, a partir das 9h30, na Câmara Municipal. O professor e secretário da Comissão Municipal do Sindicato APEOC em Chaval, Mário Roberto, vai conduzir o debate com toda a categoria dando destaque aos retrocessos que a reforma vai impor aos trabalhadores da Educação.

Crateús

Uma audiência pública sobre o projeto da Reforma da Previdência também será realizado nesta sexta (24), a partir das 9h, em Crateús. O encontro ocorrerá na CREDE 13, BR 226, Bairro dos Venâncios.

Tauá

Em Tauá, a audiência pública será no sábado, dia 25 de março, na Câmara Municipal, a partir das 9h. A audiência pública contará com a participação da Comissão Municipal do Sindicato APEOC Tauá e dos deputados federais Odilon Aguiar (PROS), Moisés Braz (PT) e Agenor Neto (PMDB).

Cariré

Em Cariré, a audiência pública está marcada para o dia 28 de março, na Câmara Municipal da cidade, a partir das 9h. Organizada pelo Sindicato APEOC, Sindicato dos Trabalhadores Rurais e Sindicato dos Servidores Públicos, o encontro esclarecerá os prejuízos que o projeto trará para todos os trabalhadores caso seja aprovado no Congresso Nacional.

Reforma da Morte

O projeto de lei que promove a Reforma da Previdência já está em tramitação no Congresso Nacional e retira uma série de direitos e conquistas dos trabalhadores, como o fim da aposentadoria especial dos professores e o aumento do tempo de contribuição e idade mínima de aposentadoria para as mulheres.
A proposta é um ataque aos trabalhadores à medida que obriga a todos se aposentarem aos 65 anos, sem levar em conta as diferentes expectativas de vida dos brasileiros nas diversas regiões do país. No caso dos profissionais da Educação, o golpe é ainda maior. Além da perda do regime especial, as professoras terão que trabalhar ainda mais tempo para conseguir de aposentar.

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